"Primeiro eu sofri intensamente a dor que me causaram. E depois? Bom, depois eu superei."
Quandoeutevejo.
"Ando um pouco distante sim, pra mim nada faz sentido, é como se antes o chão que era sólido hoje se resumisse a nada. A minha base, a minha fortaleza, a minha muralha, se despedaçou e hoje já não resta nada, nem dela e nem de mim."
Érica Helen, quandoeutevejo.
"E a saudade aperta, as lágrimas escorrem e o coração se dilacera, mas antes de sair a gente ensaia um sorriso no espelho e um “tudo bem” e pede a Deus que o resto se resolva."
Érica Helen, quandoeutevejo.
"Tinha vontade de abraçar ele e pedir para que ficasse até aquela saudade passar, até aquela necessidade da presença dele acabar, mas nós sabíamos que não passaria, não acabaria, era apenas mais uma maneira de pedir que ficasse pra sempre."
Érica Helen, quandoeutevejo.
"Eu sou um livro velho, sem nexo, desinteressante, tedioso e com um final que decepciona a todos."
Érica Helen, quandoeutevejo.
"Eu continuo aqui, com o mesmo sorriso morto, com as mesmas palavras presas na garganta, e as mesmas lágrimas que me cegam de vez em quando para que eu não veja o quão impossível, incerto e doloroso é um futuro sem você."
Érica Helen, quandoeutevejo.
"— Não me trata assim não… Dói.
— Assim como?
— Desse jeito frio.
— Não é frieza, é dor.
"
Érica Helen, quandoeutevejo.
"Queria que soubesse que o que sinto por você não tem fim, mesmo que em nossas quedas o fim pareça tão próximo. Amor, isso é só o vento que ameaça uma tempestade, mas logo o céu se abre e o sol reaparece. Você sabe."
Érica Helen, quandoeutevejo.
"Quando penso no que sinto, me da um frio na barriga, um nó na garganta, como se eu quisesse gritar:
– Mas eu amo você, do meu jeito todo errado, errante, mas eu amo. Amo com todo meu coração que, apesar de pequeno, cabe muito amor, amontoado, espremido, apertado, mas sincero, forte, duradouro."
Érica Helen, quandoeutevejo.